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Terça-feira, 22 de Maio de 2007

Apenas um clique...

Observamo-nos de fora e, normalmente, não gostamos!
As nossas fotos, a nossa imagem...
Aqui ou ali, há sempre algo que gostaríamos de mudar!
Mas aquilo que é reflectido de nós num pedaço de papel ou num écran é apenas o invólucro que - mais ou menos colorido, mais ou menos agradável à vista - pouco ou nada conta no compromisso ou na missão que cada um, de per si, tem que assumir, tem para cumprir!
E se fosse possível accionar ao nível de um clique, um sistema que nos permitisse sair de nós e, nessa condição, observar as nossas atitudes, os nossos comportamentos, as nossas reacções perante o meio, perante os outros...?
Será que gostaríamos do que nos era dado observar?
Criticamos os outros quando reagem de determinada maneira a este estímulo ou àquela situação... E a nós próprios?
Porque não tentamos criar, de vez em quando, esse distanciamento e rever o filme do qual somos os actores principais?
A maior parte, por certo, não gostaria de alguns papéis, de algumas cenas! Mas aí, é possível mudar! Aliás, só aí é possível fazer alterações!
Querendo, podemos, sempre, tornarmo-nos mais verdadeiros, mais autênticos, mais justos, mais compreensivos, mais pacientes, mais humildes, …
A opinião que os outros têm de nós é importante. Devemos saber ouvi-la, cientes, porém, que a carga subjectiva que transporta é muito grande.
É importante, é fundamental parar, interiorizar o nosso olhar, ouvir a voz da nossa consciência, reflectir em cada final de dia nas atitudes, nos comportamentos, nas decisões que tomámos não só em relação aos outros mas, antes de mais, perante nós mesmos!
Não declinamos, demasiadas vezes, os nossos gostos, as nossas paixões, as nossas preferências, os nossos sonhos e até, as nossas ilusões, em prol do receio ou do medo da crítica social que nos atemoriza e impede de sentir, de absorver, de saborear, no fundo,… de VIVER?
 
publicado por disa às 00:01
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Viver é...

... CAMINHAR

Viver é ir

Viver é voltar

Viver é ver

Viver é escutar

Viver é receber

Viver é dar

Viver é ser justo

Viver é querer

Viver é errar

Viver é aprender

Viver é crescer

Viver é gostar

Viver é acreditar

Viver é rir

Viver é chorar

Viver é sonhar

Viver é SER... HUMANO

Viver é... AMAR!

publicado por disa às 23:12
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Uma gotinha de chuva amargurada...

Havia já alguns dias que aquela gotinha de chuva permanecia no mesmo sítio!
Periclitante, lá continuava agarrada ao umbral da janela!
- Que tens gotinha de chuva? Porque tremes tanto? – perguntei.
- Não quero ser chuva, não quero ser água, não quero molhar!
- Mas gotinha tu só podes ser tu, não podes ser alguém que não és! Isso é fingir, isso é falsidade, é mentira, é feio...
- Não gosto de mim! – e começou a soluçar.
- Oh! Minha pequenina? Já tinha reparado que pernoitavas aqui mas não sabia que te escondias!
- Queres abrir o teu coração? Falar faz bem, sabes? Principalmente quando nos sabem ouvir!
- Sim. Preciso de falar com alguém! Sou tão pequenina, tão insignificante, gostava de ser como o raio de sol… todos o adoram! De de mim ninguém gosta!
- Estás muito triste, muito deprimida,  não estejas assim. Vá lá, pensa comigo: ninguém é melhor que ninguém. Somos todos iguais, com características diferentes, claro! Mas todos temos um papel para desempenhar neste palco que é a vida. O sol é uma dádiva e sem ele não existia vida, mas sem chuva também não. Cada um tem a sua beleza, cada um tem o seu encanto. Nem sempre pode ser Verão, nem sempre pode ser Inverno! Nem sempre estamos alegres, nem sempre estamos tristes… As emoções alteram-se elas mesmas ou, mudam até, completamente e não somos nós que as escolhemos, elas decorrem das situações que nos acontecem…
É necessário que cada um se empenhe em desenvolver com perfeição e amor o papel que lhe foi atribuído, seja ele qual for, entendes?
- Entendo, mas eu gosto tanto dele!
- Se te escondes, é natural que ele não dê pela tua presença! Sai desse esconderijo, retoma a tua nuvem, rega as plantas, as árvores  e as flores que esperam por ti para crescerem! O raio de sol virá a seguir para as tornar belas e viçosas! E ele vai reparar em ti vais ver!
Na vida, também é assim. O trabalho de cada um encontra sempre complementaridade no trabalho dos outros, ninguém pode viver isolado.
Se, para além dessa complementaridade necessária, houver amor tanto melhor!
Como seres vivos, as plantas sentirão essa harmonia suprema e crescerão bonitas e perfumadas!
É sempre assim, se  distribuído, o amor faz maravilhas!
 
publicado por disa às 23:47
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Quarta-feira, 2 de Maio de 2007

E se a vida só tivesse coisas boas?

Eu não merecia! É o primeiro pensamento que nos ocorre quando alguma coisa sai da linha previamente definida. Certo. Nós não merecíamos mas os outros também não. Ninguém merece sofrer! O sofrimento danifica, destrói, arrasa, até!

Mas se ele não existisse como é que nós valorizávamos o bem-estar e as coisas boas da vida?

Que valor atribuiríamos ao amor se não houvesse desamor?

Valorizaríamos a luz se não fosse o escuro?

E a saúde se não fosse a doença?

A meninice se não fosse a velhice?

A paz se não fosse a guerra?

E a chuva se não fosse a seca?

O silêncio se não fosse a poluição sonora?

As coisas más não são desejadas, nem queridas, surgem quando menos se espera mas, se superadas, elas reforçam a vontade, a esperança e até a confiança! Elas comportam sempre uma lição que é necessário decifrar.

Após a doença a vontade de viver não é maior? Não se adquire, até, uma capacidade de apreciação minuciosa que antes não possuíamos?

Não deixamos de viver porque a morte está sempre presente, pelo contrário, é precisamente, porque morreremos que temos de apreciar cada momento, viver intensamente, conscientes porém, que nunca estamos sozinhos e devemos fazer da vida um acto de partilha.

A vida é composta de momentos bons e momentos maus, todos sabemos. O que, por vezes, não sabemos é que todos temos forma de contornar ou até mesmo superar, as situações menos agradáveis com que nos deparamos...

E é tão simples!

Por vezes, basta... QUERER!

Às vezes, somente... CRER!

 

publicado por disa às 23:38
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